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18/05/2020 - EM PLENA PANDEMIA, DATAPREV E GEAP ATUAM PARA EXPULSAR BENEFICIÁRIOS/FUNDADORES
COMUNICADO DE REPÚDIO E AÇÕES 

É inaceitável como a Dataprev e a GEAP têm se comportado de forma irresponsável com seus trabalhadores e assistidos. Para a maioria dos trabalhadores da Dataprev, que contam com mais de três décadas contribuindo com um plano de saúde, neste momento da vida é submeter-se aos hospitais públicos, pois os valores cobrados estão muito além do salário que recebem.

Além do mais, ainda temos os dependentes, pais e mães com idade bem avançada, que mesmo que alguém possa pagar, a depender da idade não são recebidos em outros planos de saúde. É inaceitável que o titular trabalhador que pagou por mais de 30 anos, e que no momento de sua vida está envelhecendo, não terá condições de manter seu plano de saúde.

A FENADADOS também tem atuado no interesse dos trabalhadores cobrando os compromissos das Gestões envolvidas e buscando opções no judiciário, porém a morosidade do processo é muito grande, o que pode colocar vidas em risco.

O SINDPD-SC conseguiu no Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região, em Florianópolis, uma Tutela para suspender os aumentos, que em nosso entender são completamente abusivos, aplicados nas renovações do Convênio Geap/Dataprev.

O SINDPD-DF solicitou ao Ministério Público uma mediação para que possamos responsabilizar judicialmente os causadores destes transtornos, apesar que neste momento o MPT está tratando preferencialmente os casos ligados à COVID-19. Entendemos que este assunto também tem tudo a ver com a pandemia, pois trata-se da saúde de uma maioria de trabalhadores e dependentes idosos.  

Ainda, o Jurídico do SINDPD-DF está estudando, a partir da Tutela do Sindicato de Santa Catarina, a forma mais urgente de acionar judicialmente os (i)responsáveis por esta situação. 

SINDPD-DF

Em plena Pandemia Dataprev e Geap atuam para expulsar beneficiários/fundadores do Plano de Saúde

Mesmo antes da atual situação de pandemia mundial, a Geap e a Dataprev já trabalhavam, de forma cruel, para retirar os beneficiários/fundadores da Dataprev do plano de saúde. No ano passado (2019), a Dataprev e Geap apresentam um valor de reajuste acumulado de 62,50% no custeio, valor este a ser pago pelos trabalhadores. O valor total do débito, em muitos casos, fez com que os beneficiários se vissem obrigados a saírem do plano, e/ou serem expulsos por não conseguirem arcar com o valor. 

A Geap e a Dataprev (uma das fundadoras/instituidoras do Plano) atuam, na surdina, desde o início do ano. 

Em 26 de fevereiro de 2020, a Dataprev, em Comunicado Institucional, informou que havia firmado novo convênio de saúde com a Geap, alegando que a intenção era de não permitir a descontinuidade dos Serviços prestados e, que a partir do dia 1º de março, seria aplicado um reajuste (anual e contratual) de 21,37% para todos os conveniados. 

Cabe ressaltar que o reajuste para os demais beneficiários, já considerado alto, foi de 12%, ou seja, o reajuste de 21,37% no Plano Geap Dataprev é totalmente ABUSIVO! 

A Fenadados solicitou cópia do contrato à Dataprev, através de ofício enviado em 02 de março de 2020 e reiterado em 03 de março de 2020, porém, somente no dia 8 de maio, a Dataprev encaminhou cópia do referido contrato. 

Em 06 de maio, em novo Comunicado Institucional, a Dataprev informou que os Empregados deverão aderir novamente à Geap, em razão da celebração do novo convênio, que foi assinado, através de um aditivo, no dia 8 de maio

Frise-se que esta orientação desrespeita várias decisões judiciais obtidas por beneficiários, através das assessorias jurídicas dos sindicatos estaduais. Isso porque essa nova modalidade jurídica, apresentada pela Dataprev e Geap aos beneficiários, é excludente, uma vez que possui valores absurdos e uma carteira infinitamente menor.

A direção da Dataprev, juntamente com o diretor executivo da Geap, General Ricardo Marques Figueiredo, atuam, de forma irresponsável, na contramão do que defende as instituições. 

A Geap é uma auto gestão privada, cujos donos são os trabalhadores, que vêm pagando os autos salários dos executivos indicados pelo governo. Hoje, a diretoria da Geap, tomada por indicações governamentais de militares e dentre eles, o diretor executivo, General Figueiredo, ataca os trabalhadores/beneficiários, promovendo contratos com reajustes abusivos e tornando impraticável a permanência deles no plano. 

Mais uma vez, sob  o comando do General Figueiredo, a Geap descumpre sua MISSÃO: “Promover a assistência à saúde aos seus beneficiários por meio de uma gestão sustentável, ética, inovadora e transparente”, vai na contramão da sua VISÃO: “Promover a assistência à saúde aos seus beneficiários por meio de uma gestão sustentável, ética, inovadora e transparente; Ser a melhor autogestão de saúde do país de forma sustentável” e de seus  VALORES, dentre eles: “…COMPROMISSO COM A VIDA, ….EXCELÊNCIA NO CUIDADO À SAÚDE; …..RESPONSABILIDADE COM AS PESSOAS…”

Qual o interesse da direção da Dataprev e dos gestores da Geap, no momento de pandemia, de aumentar de forma abusiva e ilegal os valores do plano, fazendo com que os trabalhadores/as beneficiários fiquem abandonados à própria sorte, contribuindo para aumentar ainda mais o inchaço na rede pública de saúde?

Sem fins lucrativos, a Geap deveria reverter todos os seus recursos para a assistência integral dos seus mais de 446 mil beneficiários. 

 

Por fim, é importante destacar que a Geap propaga que se orgulha de cuidar da saúde de 500 brasileiros, que já passaram dos 100 anos, guardiões da experiência histórica brasileira e que precisam de uma atenção especial nesta fase da vida. De fato, a Geap agrega o maior número de idosos, com 52% da carteira de beneficiário composta por pessoas acima de 60 anos de idade, muitos deles são Fundadores do plano. Como permitir que saiam de seu próprio Plano, deixando-os sem atendimento à saúde? Fica explícita uma grande contradição.

Fonte: Fenadados

 
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